Saturday, July 21, 2007

{expo} rinko kawauchi


a sala é pequena, mas as fotos são de uma poesia incrível. cores, pessoas, natureza. tudo está lá captado pela lente dessa fotógrafa japonesa que visitou alguns lugares do brasil como são paulo, rio de janeiro e mato grosso do sul fazendo um registro da colônia japonesa e do brasil a convite do mam.

as fotos são despretensiosas, despojadas e, por isso mesmo, repletas de uma beleza singela. pura poesia do cotidiano.

estão lá a última sobrevivente do kasato maru, o primeiro navio japonês a aportar no brasil com aqueles que seriam os primeiros imigrantes japoneses em terra brasilis com a promessa de enriquecimento rápido o que, como se sabe muito bem, nunca aconteceu. mas não é só isso! têm também as cores do carnaval, o frescor das novas gerações, o colorido da natureza brasileira... e a morte.

uma delícia de exposição, não vá embora sem assistir o vídeo até o final e se deleitar não só com o olhar de rinko como também com a delicada e deliciosa trilha feita por seu amigo pierre (pierre que esqueci o sobrenome :-).

ah, no final, você pode passar na lojinha do mam e comprar alguns livros da rinko.

SERVIÇO
Rinko Kawauchi Semear
MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo - Sala Paulo Figueiredo

20.jul.2007 a 23.set.2007
terça a domingo e feriados das 10h às 18h
entrada: R$ 5,50, grátis aos domingos

Parque do Ibirapuera, portão 3 - s/nº
São Paulo - SP - Brasil
[11] 5085-1300


para desfrutar
» assista "kikujiro" de takeshi kitano

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Este post tem a intenção de disseminar o trabalho de Rinko Kawauchi assim como do MAM. Todos os direitos são reservados aos seus respectivos proprietários.

Sunday, July 01, 2007

{dica} Associado Mam

Eu não sabia. Descobri no outro dia, não faz muito tempo.

O Mam - Museu de Arte Moderna - que fica dentro do Parque do Ibirapuera tem um programa de associação (com várias modalidades disponíveis). Ficando sócio, você contribui para a viabilização de projetos do museu e tem uma série de benefícios como uma palestra de arte mensal exclusiva e descontos nos cursos do museu, entre outras coisas.

Confesso que o que mais me apeteceu foi a tal da palestra. Isso porque quem as ministra é a querida Magnólia, uma professora de arte incrível que deu aula na minha pós lá no Senac. Na real, pensando bem, ela já tinha comentado que dava aulas para os associados há muito tempo atrás, mas foi só agora que eu liguei o lé com o cré :-).

Pois bem, ocorre que na semana que passou tinha palestra, então eu corri para me associar e poder assisti-la, já que o tema era (nada mais propício e tentador para uma legítima cabeça-gorda, rs) arte e gastronomia!

Uma pena que cheguei atrasada (nessas horas, fico com raiva do rodízio, penso: pago meus impostos, tenho um carro que raramente uso e quando preciso usar, não posso!). Além do rodízio, uma chuva (benfazeja, visto a poluição e secura do ar que tem tomado conta da cidade) criou mais trânsito do que o esperado.

Mas, enfim, cheguei e fiquei surpresa com a palestra que assisti! Se por um lado eu esperava ansiosamente poder assistir a uma conferência da Magnólia e essa expectativa se frustrou, por outro, foi ótimo conhecer a Teresa Berlinck, a palestrante que ela convidou para falar sobre gastronomia e arte!

Agora que sou uma associada, vou ficar de olho nos cursos e expôs do Mam! Aliás, os cursos parecem ótimos, dei uma espiada no site já :-).

SERVIÇO
» Para ser sócio do Mam (há várias categorias, eu escolhi a 'colega' que achei o melhor custo x benefício.)
» Para saber sobre os cursos oferecidos

SE VOCÊ...
ficou curioso para saber como foi a palestra da Teresa, pode seguir esse link aqui :-)

Sunday, January 14, 2007

{performance} o banho

Uma performance-instalação.

O que me chamou a atenção nesse espetáculo - desde a primeira vez que vi um mica-card dele no ano passado - foi a bela fotografia e o inusitado. Na verdade, não li nada a respeito, a sinopse era misteriosa, mas senti vontade de assistir.

Perdi da primeira vez, mas, ao saber que haveria duas únicas apresentações agora em janeiro, fui logo comprar o ingresso.


Marta Soares tomou como ponto de partida a vida de Sebastiana de Mello Freire, D. Yayá, mulher da elite paulistana diagnosticada como doente mental e cuja casa foi parcialmente transformada em hospital psiquiátrico privado. Ela permaneceu isolada nessa casa no período de 1919 a 1961.

Não é um espetáculo que siga o protocolo. O "palco" é a artista imersa numa banheira numa sala na penumbra. Alguns vídeos em uma das paredes e a projeção de um vitrô antigo em outra. Não há assentos para a platéia e o espectador é convidado a andar, a sentar no chão, mais próximo ou mais longe da banheira.

A personagem enlouquece lentamente. Vozes submarinas e repetitivas enchem sua cabeça. Eu sou mesmo louca? Tudo é sempre igual. Os sons, o espaço. Estou ficando louca? São cerca de 40 minutos de agonia, de um debater-se no branco da banheira e no límpido da água. Chega a ser enfadonho e sufocante, mas com certeza traz até o espectador a sensação agoniante dessa mulher que viveu enclausurada por 40 anos, por ter sido diagnosticada como louca. Será que era?


Em um momento, chego a pensar que estamos em seu velório. A banheira, no escuro, é como se fosse seu caixão e as pessoas, movimentando-se à sua volta, vieram lhe dar o último adeus.

FICHA TÉCNICA
concepção, direção e performance marta soares | designer de luz wagner pinto | designer sonoro lívio tragtenberg | concepção e direção de vídeo marta soares | edição e finalização de vídeos leandro lima | câmeras marta soares, helio ishii, nelson enohata | direção técnica cristiano pedott | operação marcelo esteves de oliveira | produção patricia rizzi | fotografias joão caldas

SERVIÇO
O Banho
Sesc SP Pinheiros

12 e 13.jan.2007 [sex às 20h. | sáb às 18h]
entrada: R$ 10,00
Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros - São Paulo - SP
[11] 3095-9400 | 0800-11-8220

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Este post tem a intenção de disseminar o trabalho de Marta Soares assim como sua performance "O Banho" e o trabalho do Sesc SP. Todos os direitos são reservados aos seus respectivos proprietários.

Thursday, January 11, 2007

{expo} design japonês no masp

a tarde escaldante não me desanimou. além de um motivador inimaginável, eu estava de olho nessa expo e ela acaba neste finde. então, pus a mochila nas costas, os óculos (muito) escuros, peguei o guarda-chuva de joaninha e rumei para o masp.

trata-se de "design do japão hoje 100". é um apanhado do design industrial do japão com 100 objetos. na verdade, fiquei um pouco decepcionada, achei a expo bem pequetitica. ocupa uma sala pequena no 1º andar do masp, mas é bem montada, tem um guia explicativo muito bom com nome da peça, categoria, ano de fabricação, escritório e designer que fez cada peça. e ainda um outro livreto todo colorido, com foto e uma pequena descrição. pelo menos, o material gráfico foi muito bem feito!


o bacana é que, sem saber, fui exatamente no dia em que a adélia borges (um dos nomes fortes em estudo de design no brasil) dava uma palestra sobre o assunto. e cheguei bem na hora (eita, menina rabuda!). a adélia fez um apanhado geral sobre o design japônes passando por história, objetos, moda, interiores, móveis etc. ela passou 2 meses em tóquio e kyoto com uma bolsa da fundação japão entrevistando 58 designers.

não sei se estou ficando velha e chata, mas achei tudo meio chocho. uma ou outra info da palestra foi interessante, mas, no todo, não achei nada espetacular. eu esperava um pouco mais de alguém que é especialista na área. em moda, por exemplo, ela não citou os criadores mais expressivos do momento como a rei kawakubo, o yohji yamamoto ou o junya watanabe. mas, por outro lado, ela ressaltou as questões da miniaturização pelas proporções diminutas do japão, o apreço com a qualidade, a busca da perfeição e especialmente a questão da tradição e da inovação, termos tão banalizados hoje mas que, para o japão, na minha opinião, fazem todo o sentido.

[criado-mudo mutante, muito legal!]


Serviço
Design do Japão Hoje 100
Museu de Arte de São Paulo

12.dez.2006 a 14.jan.2006 [ter a dom | 11h às 18h]
entrada: R$ 15,00.
Av. Paulista, 1578 – Cerqueira César - São Paulo – SP

Thursday, October 12, 2006

{expo} Calder na Pinacoteca

Depois que a Kiki virou mãe exemplar e não depende mais tanto de mim e posto que - ou era agora ou era nunca - a expo do Calder acaba neste domingo, pus a mochila nas costas e rumei para a Pinacoteca.

Fazia muito tempo que eu não ia lá e nunca tinha ido de metrô. Fiquei feliz em usar transporte público para fazer meu programa.

Fiquei um pouquinho decepcionada. Acho que isso porque eu já sabia que a expo não era grande, pois, se eu não soubesse, com certeza teria ficado muito decepcionada. Claro que eu fui com a expectativa de admirar ao vivo, a alguns palmos de meu nariz seus maravilhosos móbiles. Afinal, ele inventou esse objeto. Incrível pensar que, antes dele, não havia esses objetos suspensos que dançavam no ar.

Os (poucos) móbiles não decepcionam: já na primeira sala, a montagem está impecável, com três móbiles ocupando um grande vão, com um pé direito alto. Há dois ventiladores para auxiliar o movimento das peças. Muito bonito.

Na segunda e terceira salas, nada que chamasse a atenção demasiadamente. Fotos e registros de exposições que ele fez no Brasil anteriormente (por exemplo no Masp e Rio de Janeiro), alguns estábiles de pequeno porte, pinturas com forte influência mirosística, desenhos de amigos...

Na quarta sala, um dos móbiles de que eu mais gostei da expo: "Lufada de neve" com muitos círculos pintados de branco das mais variadas dimensões. O movimento suave é muito apaziguador, eu encostei na parede e fiquei observando a peça se mexer por vários minutos. Muito bonita e delicada. Acho que "23 flocos de neve" (abaixo) é da mesma família...


[vinte e três flocos de neve, 1975 | stábile-móbile, folha de metal, vareta de metal, arame | 118 x 134,6 cm | coleção particular | cortesia da waddington gallery, londres]

Mas o mais impressionante ficou guardado para a última sala: "Viúva negra", móbile doado por ele mesmo para o Instituto de Arquitetos do Brasil (acho que é esse o nome). O mais incrível nesse móbile é que ele se divide em dois "cachos": um muito comprido, com várias peças que vão se prendendo à imediatamente anterior e outro com apenas uma peça. Os cachos, embora de tamanhos e proporções tão díspares, equilibram-se. A montagem dessa sala, em especial, é muito bonita, pois tem uma iluminação dramática que permite ver as sombras que cada componente do móbile desenha ao se movimentar.

Um adendo interessante é a série de 4 vídeos sobre a obra de Calder que fica passando ininterruptamente. Eu estava particularmente interessada no vídeo do circo, uma obra que eu adoro. Li que ele fazia exibições do circo manipulando as personabens para seletas platéias, que delícia!


[cirque calder | 1926-1930 | materiais mistos | dimensões variáveis | nova iorque, the whitney museum of american art | adquirido com fundos de uma campanha pública de recolha de fundos em maio de 1982]

Aproveitei e dei uma volta na Pinacoteca. Várias outras exposições estavam acontecendo: Klaus Mittledorf (bonita!), Regina Silveira (estranha), esculturas francesas, Almeida Jr., além de obras do acervo. Eu amo o átrio que deixa passar luz natural bem no centro da Pinacoteca. A primeira vez que pude ver esse espaço foi na expo do Rodin, e fiquei encantada. Fiquei feliz em ver uma escultura do Brecheret (que eu amo!) de uma moça carregando uma ânfora de perfume (enoooorme), maravilhosa. E outras esculturas da exposição de esculturas francesas. Confesso que vi tudo bem rapidamente, pois precisava voltar logo para casa.

Antes de ir, passei pela cafeteria, que é muito bonita, os vidros pintados à moda antiga, com mesinhas em um terraço que dá para o Parque da Luz. Parecia perfeito, não? Mas achei o serviço ruim, o pão de queijo estava péssimo, com o fundo queimado e os pombos são os companheiros indesejados para quem senta nas belas mesinhas do terraço... Enfim, agora já sei.

Serviço
Calder no Brasil
Pinacoteca do Estado de São Paulo

26.ago.2006 a 15.out.2006 [ter a dom | 10h às 18h]
entrada: R$ 4,00. aos sábados, entrada gratuita.
Praça da Luz, 02 - Luz - São Paulo - SP (próximo ao metrô Luz)
[11] 3229-9844 | [11] 3313-4396

Para desfrutar
Calder
Jacob Baal-Teshuva
ed. Taschen

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Este post tem a intenção de disseminar a exposição Calder no Brasil, o trabalho da Pinacoteca do Estado de São Paulo e o livro de Jacob Baal-Teshuva (de onde foram retiradas todas as imagens que ilustram este post). Todos os direitos são reservados aos seus respectivos proprietários.

Sunday, October 01, 2006

{expo} Fluxus

Sábado chuvosinho. Fim de tarde. Encontro marcado com uma turma do Senac da mesma pós que eu fiz (criação de imagem e styling de moda) para uma visita monitorada a exposição Fluxus que está rolando no Tomie Ohtake.

Acho que eu não teria ido ver essa expo se eu não tivesse me convidado (assim sem cerimônia mesmo) para ir! Obrigada, Cris, por me aceitar na caravana!



Gostei muito do Fluxus, muito embora meus conhecimentos sobre arte sejam bastante parcos! Acho o Instituto Tomie Ohtake um espaço gostoso e bem planejado para exposições. Nem grande, nem pequeno, salas espaçosas, iluminação agradável, café simpático (poderia ter um pouco mais de opções) e uma lojinha que não é retumbante.

"... com Fluxus - Uma longa história com muitos nós, o Instituto Tomie Ohtake mostra um movimento que se iniciou nos anos 50, influenciado diretamente pelo dadaísmo, quarenta nos depois. Consiste em um dos primeiros sinais da arte contemporânea, portanto, essa exposição é uma rara oportunidade de experimentá-la nas suas origens." acho que isso que está escrito no folder da expo dá um panorama do que se vai encontrar por lá.

Bom, eu, na minha vasta ignorância, não sei muita coisa sobre o dadaísmo tampouco sobre a arte contemporânea, mas fiquei feliz pela oportunidade de ver algo como o fluxus.

Está bem explícita a questão da confrontação com os então modelos vigentes. O que é arte? O que não é arte? Qualquer um pode fazer "arte"? Como um objeto totalmente banal, do quotidiano pode ser alçado ao status de objeto artístico? Não são questões fáceis e nem com respostas simples. Isso foi nos anos 50 e ainda hoje a questão perdura, certo?

De toda maneira, adorei muitos dos objetos que ali estavam pela possibilidade de universos criativos que eu enxerguei neles para mim. Pode parecer um pouco egocêntrico, mas fiquei bastante entusiasmada, tendo um milhão de idéias de "obras" que eu gostaria de fazer :-). Depois de sair dali, minha cabeça fervilhava e rabisquei várias coisas em meu caderninho. Não sei se um dia eles se tornarão algo mais que esboços, mas essa "fúria criativa" atiçada por estímulos diversos me deixa muito feliz!

Uma pena que não se pode tirar fotos da expo, então, você vai ter que ir conferir pessoalmente! Mas corra, porque é só até o final de semana que vem!

SERVIÇO
Fluxus - uma longa história com muitos nós
Instituto Tomie Ohtake

25.ago.2006 a 08.out.2006 [ter a dom 11h às 20h]
entrada franca
Av. Faria Lima, 201 - Pinheiros - São Paulo - SP
(entrada pela R. Coropés)
[11] 2245-1900
instituto@institutotomieohtake.org.br

www.institutotomieohtake.org.br

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Este post tem a intenção de disseminar a exposição Fluxus e o trabalho do Instituto Tomie Ohtake. Todos os direitos são reservados aos seus respectivos proprietários.

Friday, September 22, 2006

{expo} 1ª Mocotoy - Mostra Coletiva de Toy Art Brasileira

Botei a mochila nas costas e rumei a pé para a Galeria Melissa (para fazer a minha parte - felicíssima - na Campanha Dia sem Carro). Foi um ótimo passeio, com olhares sobre as árvores que podemos desfrutar na cidade, lojinhas bonitas para namorar e muitas cores - seja nas roupas alegres das pessoas, seja na banquinha de frutas frescas - de dar água na boca a despeito de tudo - do ambulante parado na esquina.

A galeria é um desbunde, desde a entrada com um mural gigante e teto "de vidro" que deixa a luz passar até os displays utilizados para cada "sapato de cinderalla" - rs. Uma loja-conceito, modelos lindos-de-morrer de melissas variadas. Fiquei apaixonada por um modelo da Thais Losso muito divertido que me fez lembrar uma melancia: é que ele é vermelho com "sementes" pretas e um botão maravilhoso. Espia ele aqui.

A expo permeia o ambiente dividindo espaço com as melissas. Eu estava especialmente curiosa para ver o trabalho da Nina (cujos grafites - assim como os d'osgemeos - eu amo), do Studio Ragdoll (que eu só conhecia de revistas e da net) e do Flip (cuja expo eu queria muito ver, mas perdi... adoro sua personagem de cabeça quadrada, geralmente branca e de olhos em zigue-zague).


[solito por silvana mello]

Apesar de não ser muito grande, gostei bastante da mostra. Agradou-me a montagem, o cenário e a iluminação , percebe-se que houve uma preocupação com isso, o que, infelizmente, às vezes não acontece em espaços cuja atividade fim não seja fazer exposições.

Também achei equilibrada a diversidade das obras em si. E fiquei com um gostinho de quero mais, principalmente pelas bonecas da Nina que eu vi apenas uma única vez em uma reportagem da revista Simples (#24, pág. 36).

Minhas obras preferidas foram "Solito" e "Menina com Cachorro" de Silvana Mello, a boneca da Nina e "Jackson" do Studio Ragdoll.

A art toy está despontando no Brasil, seguindo uma tendência já presente em países como Japão e Estados Unidos. Há uma matéria sobre esse assunto na Simples que está nas bancas (#37, pág. 80).

» Veja fotinhos da expo
» Veja matéria sobre a expo no site da SPFW

E vai lá!

SERVIÇO
1ª Mocotoy - Mostra Coletiva de Toy Art Brasileira
artistas convidados: Andrea de Lelis (SP), Andrea May (BA), Ash (SP), Beto Shibata (SP), Carla Barth (RS), Daniel Mazer (PR), Felipe Yung a.k.a Flip (SP), Fran Sperb (SP), Nina (SP), Nunca (SP), Paulo Stolfo (PR), Rodrigo Yokota a.k.a. Whip (SP), Reis Magos (DF), Silvana Mello (SP), Studio Ragdoll (SP), Sincronica (SP), Titi Freak (SP), Toscotoys (SP)

Galeria Melissa
16.set.2006 a 16.out.2006 [seg a sex 10h às 20h | sáb 10h às 18h]
Rua Oscar Freire, 827 - Jardins - São Paulo - SP - Brasil
[11] 3083 3612

www.melissa.com.br

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